terça-feira, 2 de outubro de 2018



Os_ P r í n c i p e s: quando a S ó s

V e n c e m  quando 
FORTALECEM a
D E F  I N I Ç Ã O  _do_ C o r a ç ã o 


Em meio ao Desconhecido! Por ser tão desconhecido, o jovem estava muito bem! 
Se pudesse ouvir seu Pai naquela hora, saberia que estava orgulhoso dele.

Quando se tem todo o recurso, posição, fama, status, ajuda, ciência de certa forma é fácil, saber o que fazer.
Mas quando não se tem recurso algum, e mesmo assim se segue! Esse é o verdadeiro passo de Dependência e Sucesso de um Príncipe.

Não esperam os outros apoiarem
Não esperam os outros se manifestarem

Não esperam os outros se revelarem contra ou a favor 
Não esperam que circunstancias favoráveis lhe empurrem
Não esperam que os outros comecem a fazer principalmente a parte mais difícil

Essas eram as regras de um Príncipe, mas não de um Príncipe comum, mas de um Príncipe soldado.

Príncipes comuns viviam na corte, aos Palácios protegidos pelas muralhas . Conhecia bem ele sua antiga vida.
Mas o soldado não, o soldado era diferente. Disponha a trabalhar.

No quartel o que ditava as regras não era a posição de mordomia, e sim, o servir da vida.
Sempre à lembrança contra o conforto:

Ao contrário!
É na parte mais Difícil que o verdadeiro Príncipe começa a Agir, sozinho e sem que ninguém aja primeiro. 

Ele começa pelo mais pesado
Ele começa pelo mais difícil
Ele começa pelo mais difícil serviço e trabalho de solução, sem necessitar que o os outros ajudem





Ele é atraído para ir de encontro ao trabalho
Não o trabalho que tem que atrair ele



A Atitude dele é quem_ m o v i m e n ta _ todo o Reino.



Essa era a diferença entre o ser apenas Príncipe e o ser Soldado. Essa era a diferença entre os outros. Quem vai tomar primeiro a iniciativa e começar ? Nem que seja passo pequeno e aparentemente como se fora frágil ?


Assim o jovem começava a entender o verdadeiro propósito de essência em ser Príncipe do Rei.

Ser primeiro e para sempre, um bom Soldado, conhecendo as necessidades do povo. Quanto mais necessidade passasse ele como um individuo do povo, melhor seria para compreender os níveis de sofrimento e os meios de solução


Não era para os momentos Bons que ele se tornara Príncipe, mas era para proteção do povo, nos momentos Ruins, se ele soubesse agir, nessa hora.


E nada melhor para ele, do que aprender e treinar sozinho e não por informações de livros, mas pessoalmente ( em concentração ) como REAGIR nos momentos ruins 



Assim teria ele mais força, para decidir DEFINIDAMENTE sem influencias as decisões certas de um Rei, do Rei seu Pai.


As decisões de Príncipe, deveriam ser face a face, não por recado. 
E se ele realmente não convivesse com seu povo, não o vice face a face, jamais compreenderia suas razões

Talvez fosse por isso todas as suas dificuldades e do porque ali estava o jovem.

Todo o recado e disse me disse, de leva e traz, nunca diz verdade, nunca ensina verdade, nunca resolve verdade, nunca treina verdade.


Um Príncipe soldado trata pessoalmente, com as coisas e as pessoas, não se leva por recadinhos ou feitos de terceiros.



Aprende em si mesmo, não apenas diz, mas é o primeiro a fazer.


Assim o tempo desconhecido e solitário em verdade só lhe serviria de muita eficacia, e de preparo para o futuro Reinado.


Decidiria ser Amigo próximo verdadeiramente das pessoas, com sinceridade, fosse quem fosse.

No começo por questão de sobrevivência, porque nada conhecia e nada sabia de quem era quem, nem mesmo onde estava, nem mesmo o que poderia fazer, mas depois compreendeu de que só com a amizade sincera poderia resolver todas as questões ao seu redor, desconhecidas ou não.
Que não valia, passar de inimigo para ser um vencedor.

Porem essa amizade não significaria que ele desprezaria a verdade do Rei dos Reis, nem jamais esqueceria suas alianças com Ele, e seus votos reais e sinceros irredutíveis e irrevogáveis.

Intolerancia ? Com o que viola as Leis do Rei dos Reis ?, sim.

Confessava o rapaz realmente em si mesmo, encontrando sua definição, mas nada que prejudicasse a outros. Apenas que selecionasse suas preferencias em si, ao seu lado para com seu Pai, o Rei.


Os papeis estavam em mãos.
Definiu ele passo a passo do seu caminho.
Sabia ele que muitas angustias poderiam estar a caminho.

Mas a sua mente estaria ocupada, era o mais necessário para sobreviver, não apenas com o seu dia a dia, mas com o as metas que deveriam estar firmadas dentro em si.


Tudo o que aprendesse ali, estaria investindo em sua escola da Certeza, sem duvidas.


Levantou-se, tomou a mochila e propôs se a caminhar, quando um poucos passos adiante o jovem pisou em uma emboscada e metros de profundidade.


Era o abismo da Incerteza, o local onde todos os desconhecidos da terra, eram levados e que muitos deles não saiam de lá.

Por que não saiam de lá ?

Porque a queda era tão grande, que rompiam-se lhe os pés e pernas.

Assim aconteceu com o jovem. Tamanho o tombo, ficou desmaiado horas e horas.

 Ao  despertar, percebeu que estava imobilizado. Não tinha mais como caminhar, nem para onde caminhar.
Nem a quem pedir socorro.

Metros e metros à distancia do Solo, com muitas dores sem contar. Não podia imediatamente sair dali.


O que parecia restar era apenas os seus pensamentos, nada mais podia fazer.

Mas exatamente o suficiente para ele viver. O que era necessário era ele ter tempo para colocar suas metas e métodos de trabalho em ordem dentro de si.

A força interior dele nos Reis dos Reis, seria mais necessário quando ele voltasse a andar que apenas o milagre de sair do abismo.


Mas o jovem não era lucido à tantos detalhes específicos. Ao contrário era tentado vez por vez, a olhar apenas para a dor de todo o processo de dificuldade.

Estar sozinho, em terra desconhecida, não saber o que acontecia com o Reinado de seu Pai, não ter ninguém para ajuda-lo e agora em um abismo, com as pernas quebradas, preste a ter de ser entregue aos chefes de terra inimigas, era o pique, o auge  do caminho.


Como não se entristecer ?
Como não se ferir ?
Como não se aborrecer e se fechar na vida ?


Ele não era uma mosca morta!


Pensava assim de si mesmo, e da mesma forma, tentava se consolar com a própria consciência, de que as existências ainda que não compreendidas, permanecem no controle do Rei maior, o Rei dos Reis.


Pensar nos amigos, de que nenhum deles, o foram dar-lhe a mão de auxilio. Pensar no próprio Rei, que tendo Todo o Poder, não lhe enviou ninguém ao socorro. Pensar no próprio dom da vida, que lhe insistia em seguir. Eram tentações de instigações constantes, querendo perturbar-lhe o dia.







Mas de nada disso se dava tamanha atenção, apenas pesava a tribulação de mente e coração.





Passado um tempo, olhando o fecho de luz que alcançava o jovem caído, observou que seus braços com muita dificuldade voltaram a se mover.

Isso lhe deu esperanças! Talvez um dia ele todo pudesse voltar a viver!

Mas era pouco a sua capacidade de mobilidade. Esperou  até que conseguiu empurrar-se encostando-se numa parede do abismo, próximo a sua mochila com os papeis de anotação. Voltou a observa-los.

O que iria fazer, após aquele tombo ?
O que iria realizar quando saísse daquele maior aperto de vida ?


Como trataria as pessoas que o encontrasse ?
Como lidaria ele com os feitores de emboscadas ?
Como trataria ele com as pessoas que caiam em emboscadas ?

Por certo que ele não seria o primeiro a ter caído nas mãos dos feitores de emboscadas ?

Como preparar os jovens contra as emboscadas ?
O que ensinaria ele nas escolas a respeito disso ?

Se ele Reinasse um dia sobre toda a terra, como trataria das injustiças feitas entre os inimigos ?

Por certo a morte, não é a maior correção. Não compensava gastar a pureza das mãos em causas sujas.


Horas e horas depois, o jovem conseguiu com muito esforço, escrever alguns votos que diziam:


“ Quando eu sair daqui ”


Quando eu sair daqui, sairei para nunca mais pensar nas dores desse lugar

Sairei para jamais voltar aqui
Sairei para um “Basta” em todos os abismos da terra
Sairei não para destruir os homens, mas para destruir o mau dos homens. A isso, o destruirei até o ultimo osso de existencia.  
Quando eu sair daqui, sairei para resgatar a mais profunda alma que estiver no abismo mais oculto das extremidades
Quando eu sair daqui, não me conhecerão mais
Quando eu sair daqui, não terei preferidos, mas todos serão amigos
Quando eu sair daqui, será uma oportunidade de vida, mais aperfeiçoada, por ter sido mais definida, estudada, calculada em bons efeitos.


- Quem diria que uma prisão fosse tão benéfica assim ?
Um pensamento passou pela cabeça do jovem

- Até que esse abismo não foi tão ruim!
 Para o jovem tão cheio de objetivos, sonhos e talentos, a vida estava lhe dando gás.

Um gás benéfico,não para o ódio, mas para a vida, que só se encontra nos abismos de preparação.


O novo Rei, só estava começando o seu caminho.

Decidindo sozinho, sair do abismo.


Agora e como ?
De que forma ?
Sendo que suas pernas estavam quebradas, justo agora ?



Estava chegando a hora, o tempo de um período se findara e ele não viveria mais ali. 




https://www.youtube.com/watch?v=63QNfug7BXM


Michael W. Smith "Never been unloved" Subtitulos en español.