Os_ P r í n c i p
e s: quando a S ó s
V e n c e m quando
V e n c e m quando
FORTALECEM a
D E F I N I
Ç Ã O _do_ C o r a ç ã o
Em meio ao Desconhecido! Por ser tão desconhecido, o jovem estava muito bem!
Se pudesse ouvir
seu Pai naquela hora, saberia que estava orgulhoso dele.
Quando se tem todo o recurso, posição, fama, status, ajuda, ciência de certa forma é fácil, saber o que fazer.
Mas quando não se
tem recurso algum, e mesmo assim se segue! Esse é o verdadeiro passo
de Dependência e Sucesso de um Príncipe.
Não esperam os outros apoiarem
Não esperam os
outros se manifestarem
Não esperam os outros se revelarem contra ou a favor
Não esperam os outros se revelarem contra ou a favor
Não esperam que circunstancias favoráveis
lhe empurrem
Não esperam que os
outros comecem a fazer principalmente a parte mais difícil
Essas eram as regras de um Príncipe, mas não de um Príncipe comum, mas de um Príncipe soldado.
Príncipes comuns
viviam na corte, aos Palácios protegidos pelas muralhas . Conhecia bem ele sua
antiga vida.
Mas o soldado não,
o soldado era diferente. Disponha a trabalhar.
No quartel o que
ditava as regras não era a posição de mordomia, e sim, o servir da vida.
Sempre à lembrança contra
o conforto:
Ao contrário!
É na parte mais
Difícil que o verdadeiro Príncipe começa a Agir, sozinho e sem que ninguém aja
primeiro.
Ele começa pelo mais pesado
Ele começa pelo
mais difícil
Ele começa pelo
mais difícil serviço e trabalho de solução, sem necessitar que o os
outros ajudem
Ele é atraído para
ir de encontro ao trabalho
Não o trabalho que
tem que atrair ele
A Atitude dele é quem_ m o v i m e n ta _ todo o Reino.
Essa era a diferença entre o ser apenas Príncipe e o ser Soldado. Essa era a diferença entre os outros. Quem vai tomar primeiro a iniciativa e começar ? Nem que seja passo pequeno e aparentemente como se fora frágil ?
Assim o jovem começava a entender o verdadeiro propósito de essência em ser Príncipe do Rei.
Ser primeiro e para sempre, um bom Soldado, conhecendo as necessidades do povo. Quanto mais necessidade passasse ele como um individuo do povo, melhor seria para compreender os níveis de sofrimento e os meios de solução
Não era para os momentos Bons que ele se tornara Príncipe, mas era para proteção do povo, nos momentos Ruins, se ele soubesse agir, nessa hora.
E nada melhor para ele, do que aprender e treinar sozinho e não por informações de livros, mas pessoalmente ( em concentração ) como REAGIR nos momentos ruins
Assim teria ele mais força, para decidir DEFINIDAMENTE sem influencias as decisões certas de um Rei, do Rei seu Pai.
As decisões de Príncipe, deveriam ser face a face, não por recado.
E se ele realmente
não convivesse com seu povo, não o vice face a face, jamais compreenderia suas
razões
Talvez fosse por
isso todas as suas dificuldades e do porque ali estava o jovem.
Todo o recado e
disse me disse, de leva e traz, nunca diz verdade, nunca ensina verdade, nunca
resolve verdade, nunca treina verdade.
Um Príncipe soldado trata pessoalmente, com as coisas e as pessoas, não se leva por recadinhos ou feitos de terceiros.
Aprende em si mesmo, não apenas diz, mas é o primeiro a fazer.
Assim o tempo desconhecido e solitário em verdade só lhe serviria de muita eficacia, e de preparo para o futuro Reinado.
Decidiria ser Amigo próximo verdadeiramente das pessoas, com sinceridade, fosse quem fosse.
No começo por questão de sobrevivência, porque nada conhecia e nada sabia de quem era quem, nem mesmo onde estava, nem mesmo o que poderia fazer, mas depois compreendeu de que só com a amizade sincera poderia resolver todas as questões ao seu redor, desconhecidas ou não.
Que não valia,
passar de inimigo para ser um vencedor.
Porem essa amizade não significaria que ele desprezaria a verdade do Rei dos Reis, nem jamais esqueceria suas alianças com Ele, e seus votos reais e sinceros irredutíveis e irrevogáveis.
Intolerancia ? Com
o que viola as Leis do Rei dos Reis ?, sim.
Confessava o rapaz
realmente em si mesmo, encontrando sua definição, mas nada que prejudicasse a
outros. Apenas que selecionasse suas preferencias em si, ao seu lado para com
seu Pai, o Rei.
Os papeis estavam
em mãos.
Definiu ele passo
a passo do seu caminho.
Sabia ele que
muitas angustias poderiam estar a caminho.
Mas a sua mente
estaria ocupada, era o mais necessário para sobreviver, não apenas com o seu
dia a dia, mas com o as metas que deveriam estar firmadas dentro em si.
Tudo o que
aprendesse ali, estaria investindo em sua escola da Certeza, sem duvidas.
Levantou-se, tomou
a mochila e propôs se a caminhar, quando um poucos passos adiante o jovem pisou
em uma emboscada e metros de profundidade.
Era o abismo da
Incerteza, o local onde todos os desconhecidos da terra, eram levados e que
muitos deles não saiam de lá.
Por que não saiam
de lá ?
Porque a queda era
tão grande, que rompiam-se lhe os pés e pernas.
Assim aconteceu
com o jovem. Tamanho o tombo, ficou desmaiado horas e horas.
Ao despertar,
percebeu que estava imobilizado. Não tinha mais como caminhar, nem para onde
caminhar.
Nem a quem pedir
socorro.
Metros e metros à
distancia do Solo, com muitas dores sem contar. Não podia imediatamente sair
dali.
O que parecia restar
era apenas os seus pensamentos, nada mais podia fazer.
Mas exatamente o
suficiente para ele viver. O que era necessário era ele ter tempo para colocar
suas metas e métodos de trabalho em ordem dentro de si.
A força interior
dele nos Reis dos Reis, seria mais necessário quando ele voltasse a andar que
apenas o milagre de sair do abismo.
Mas o jovem não
era lucido à tantos detalhes específicos. Ao contrário era tentado vez por vez,
a olhar apenas para a dor de todo o processo de dificuldade.
Estar sozinho, em
terra desconhecida, não saber o que acontecia com o Reinado de seu Pai, não ter ninguém para
ajuda-lo e agora em um abismo, com as pernas quebradas, preste a ter de ser
entregue aos chefes de terra inimigas, era o pique, o auge do
caminho.
Como não se
entristecer ?
Como não se ferir ?
Como não se
aborrecer e se fechar na vida ?
Ele não era uma
mosca morta!
Pensava assim de
si mesmo, e da mesma forma, tentava se consolar com a própria consciência,
de que as existências ainda que não compreendidas, permanecem no
controle do Rei maior, o Rei dos Reis.
Pensar nos amigos,
de que nenhum deles, o foram dar-lhe a mão de auxilio. Pensar no próprio Rei,
que tendo Todo o Poder, não lhe enviou ninguém ao socorro. Pensar no
próprio dom da vida, que lhe insistia em seguir. Eram tentações de instigações
constantes, querendo perturbar-lhe o dia.
Mas de nada disso
se dava tamanha atenção, apenas pesava a tribulação de mente e coração.
Passado um tempo,
olhando o fecho de luz que alcançava o jovem caído,
observou que seus braços com muita dificuldade voltaram a se mover.
Isso lhe deu
esperanças! Talvez um dia ele todo pudesse voltar a viver!
Mas era pouco a
sua capacidade de mobilidade. Esperou até que conseguiu empurrar-se
encostando-se numa parede do abismo, próximo a sua mochila com os papeis de
anotação. Voltou a observa-los.
O que iria fazer,
após aquele tombo ?
O que iria
realizar quando saísse daquele maior aperto de vida ?
Como trataria as
pessoas que o encontrasse ?
Como lidaria ele
com os feitores de emboscadas ?
Como trataria ele
com as pessoas que caiam em emboscadas ?
Por certo que ele
não seria o primeiro a ter caído nas mãos dos feitores de emboscadas ?
Como preparar os
jovens contra as emboscadas ?
O que ensinaria
ele nas escolas a respeito disso ?
Se ele Reinasse um
dia sobre toda a terra, como trataria das injustiças feitas entre os inimigos ?
Por certo a morte,
não é a maior correção. Não compensava gastar a pureza das mãos em causas sujas.
Horas e horas
depois, o jovem conseguiu com muito esforço, escrever alguns votos que diziam:
“ Quando eu sair
daqui ”
Quando eu sair
daqui, sairei para nunca mais pensar nas dores desse lugar
Sairei para jamais
voltar aqui
Sairei para um
“Basta” em todos os abismos da terra
Sairei não para
destruir os homens, mas para destruir o mau dos homens. A isso, o destruirei
até o ultimo osso de existencia.
Quando eu sair
daqui, sairei para resgatar a mais profunda alma que estiver no abismo mais
oculto das extremidades
Quando eu sair
daqui, não me conhecerão mais
Quando eu sair
daqui, não terei preferidos, mas todos serão amigos
Quando eu sair
daqui, será uma oportunidade de vida, mais aperfeiçoada, por ter sido mais
definida, estudada, calculada em bons efeitos.
- Quem diria que
uma prisão fosse tão benéfica assim ?
Um pensamento
passou pela cabeça do jovem
- Até que esse
abismo não foi tão ruim!
Para o jovem
tão cheio de objetivos, sonhos e talentos, a vida estava lhe dando gás.
Um gás
benéfico,não para o ódio, mas para a vida, que só se encontra nos abismos de
preparação.
O novo Rei, só
estava começando o seu caminho.
Decidindo sozinho,
sair do abismo.
Agora e como ?
De que forma ?
Sendo que suas
pernas estavam quebradas, justo agora ?
Estava chegando a
hora, o tempo de um período se findara e ele não viveria mais ali.
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Michael W. Smith "Never been unloved" Subtitulos en español.
